Meu ano começa hoje, como um Réveillon que é meu. Primeiro
dos meus últimos 365 dias na menoridade. Serão aproveitados com sentimentos bons
guardados na “caixinha do nada” que, por menor que seja, têm sempre um cantinho
reservado para mais algum que de repente, apareça por ai para preenchê-la e
esvaziá-la novamente.
Para os próximos dias, espero que sejam de alegrias e
tristezas. Que as alegrias sejam inquebrantáveis e que as tristezas sirvam de
aprendizado e sejam rápidas e passageiras como o tempo.
Quando falo que o tempo é passageiro, é porquê não o vi
passar. Outro dia era filha unica, mimada, chata, emburrada –até hoje-, tudo
pra mim. Hoje, divido meus orgulhos com mais duas lindas princesinhas. E isso
me fez crescer nos últimos 3 anos.
Às amizades, só tenho a agradecer. As de longa data
principalmente. Cresceram comigo, me ensinaram coisas certas e erradas e aprenderam
comigo também, claro. Às novas, agradeço por se adequarem –ou não - ao meu
jeito nervoso e estressado às vezes. E às que se afastaram, agradeço também de
coração, vieram e fizeram sua parte. Trago aqui um pedacinho de cada um que
cruzou o meu caminho. Vai ver, são vocês que tornam o meu “eu” assim.
Sendo meio clichê, vou dizer que aproveitarei estes próximos
365 dias como se fossem os últimos da minha vida. E serão. Da minha vida de
não-liberdade. Quem estiver lendo, pode até pensar que é crisezinha de
adolescente, porquê realmente é. Pô! Quem nunca ficou ansioso pra fazer 18
anos? Cada um tem seus motivos. Mas enquanto estou aqui presa nos 17, vou
aproveitar o máximo que der! Por ter a sensação que depois de lá vou querer voltar.
"Hoje eu vou ver a vida, viver grandes amores
Mosaicos, malabares, perfumes, sabores
Saltar das cachoeiras, vestir um pano liso
Viver com o necessário e não mais que o preciso."
Forfun - Suave
To be continued in 12/04/2014