quinta-feira, 11 de abril de 2013

To be continued..


    Meu ano começa hoje, como um Réveillon que é meu. Primeiro dos meus últimos 365 dias na menoridade. Serão aproveitados com sentimentos bons guardados na “caixinha do nada” que, por menor que seja, têm sempre um cantinho reservado para mais algum que de repente, apareça por ai para preenchê-la e esvaziá-la novamente.
    Para os próximos dias, espero que sejam de alegrias e tristezas. Que as alegrias sejam inquebrantáveis e que as tristezas sirvam de aprendizado e sejam rápidas e passageiras como o tempo.
    Quando falo que o tempo é passageiro, é porquê não o vi passar. Outro dia era filha unica, mimada, chata, emburrada –até hoje-, tudo pra mim. Hoje, divido meus orgulhos com mais duas lindas princesinhas. E isso me fez crescer nos últimos 3 anos. 
    Às amizades, só tenho a agradecer. As de longa data principalmente. Cresceram comigo, me ensinaram coisas certas e erradas e aprenderam comigo também, claro. Às novas, agradeço por se adequarem –ou não - ao meu jeito nervoso e estressado às vezes. E às que se afastaram, agradeço também de coração, vieram e fizeram sua parte. Trago aqui um pedacinho de cada um que cruzou o meu caminho. Vai ver, são vocês que tornam o meu “eu” assim.
    Sendo meio clichê, vou dizer que aproveitarei estes próximos 365 dias como se fossem os últimos da minha vida. E serão. Da minha vida de não-liberdade. Quem estiver lendo, pode até pensar que é crisezinha de adolescente, porquê realmente é. Pô! Quem nunca ficou ansioso pra fazer 18 anos? Cada um tem seus motivos. Mas enquanto estou aqui presa nos 17, vou aproveitar o máximo que der! Por ter a sensação que depois de lá  vou querer voltar.

"Hoje eu vou ver a vida, viver grandes amores
Mosaicos, malabares, perfumes, sabores
Saltar das cachoeiras, vestir um pano liso
Viver com o necessário e não mais que o preciso."
Forfun - Suave

To be continued in 12/04/2014

terça-feira, 9 de abril de 2013

Que se adeque.

Toma jeito, moleque!
Vê se não se esquece
Dos meus conselhos sem prece
Se não ajudar, entristece.

Toma jeito, moleque!
Olha o modo que escreve
Assim o português entra em greve
De tanto que enlouquece.

Toma jeito, moleque!
Um dia 'cê' vai lembrar
Que eu tentei ajudar
E talvez venha a mudar.