Talvez o importante seja mesmo fazer algo de importante para alguém que não se importa conosco, porque, algumas vezes quando fazemos para quem diz que se importa, podem nos causar ferimentos, mesmo não sendo tão graves, mas deixam as cicatrizes. E estas ficam marcadas no nosso corpo para estarmos sempre lembrando do que aconteceu e aprendermos para que o ato não se repita.
É triste não ser consolado por quem importamos quando mais precisamos, pensamos: se fosse eu em seu lugar iria atrás, perguntaria se esta precisando de ajuda e tentaria anima-lo de todas as formas extrovertidas possíveis. É triste perceber que a recíproca não é verdadeira, que ali, só se vê um único lado, um lado que não move um palito de fósforo para tentar acender o fogo e ver que, o que está em volta, é o que realmente deveria lhe ser importante. É triste quando você planeja mundos infinitamente coloridos e coloríveis e só recebe intrigas do ego como retorno.
E quem não se importa? Vai continuar não se importando, mas pelo menos, não nos decepcionamos.